terça-feira, 14 de agosto de 2018

Nutrição aliada à estética

De nada adianta querer combater a celulite, obesidade, gordura localizada, flacidez, acne, queda de cabelo e deficiência das unhas senão tratar a causa dos problemas!
Existem fatores que podem causar esse desequilíbrio, como maus hábitos alimentares, ausência de atividade física regular, excesso de exposição ao sol e a poluição, uso frequente de bebidas alcoólicas e o estresse do cotidiano.
Estudos comprovam que a mulher brasileira é a que mais recorre a esses recursos em busca de um corpo perfeito. Muitos desconhecem que através da nutrição, pode se potencializar bastante o efeito de todos esses tratamentos. Até mesmo no pré-operatório de uma cirurgia plástica, a nutrição adequada prepara o corpo para uma boa recuperação pós-operatória, ou seja, a estria pode ser evitada se a pele estiver bem cuidada, a cicatrização pode ser mais rápida, a presença de infecções e queloides são mais raras etc. Esses cuidados através de um plano alimentar adequado deve ser iniciado pelo menos três meses antes do procedimento cirúrgico.
Está mais que provado cientificamente que uma nutrição adequada pode influenciar de forma significativa na aparência física.
Você vai fazer um procedimento estético facial ou corporal? Que tal associar com uma reeducação alimentar, suplementação de nutracêuticos e alimentação personalizada para seu objetivo?
Marque uma consulta: (21)995252817
Bem estar e qualidade de vida, alimente esta ideia!

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Cookie de Banana com aveia


Essa receita leva apenas esses dois ingredientes e diferente dos cookies tradicionais ele fica macio e não duro!
Ingredientes: 
- 2 bananas bem maduras
- 1 xícara de aveia em flocos
Modo de preparo:
Amasse a banana com o garfo e misture com a aveia. Molde os biscoitos com as mãos e coloque em uma assadeira antiaderente. Leve ao forno à 180 graus por 20 minutos e pronto 😋
- Pode ser oferecido a partir dos 9 meses de idade!
- Bem aceito por adultos também!
- Pode adicionar canela, passas e mel à gosto a partir de 1 ano de idade 😉



Bem estar e qualidade de vida, alimente esta ideia!

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Consumo de lichia deve ser moderado

Um artigo publicado no Lancet, uma das mais importantes revistas de medicina do mundo, demonstrou com um grau alto de convicção que episódios de mortes inexplicáveis de crianças na Índia e outros países asiáticos, que muitos imaginavam ser devido a algum vírus desconhecido, devia-se na verdade, a um consumo excessivo de lichias.

As crianças apresentavam convulsões e alterações no nível de consciência: consumo de lichia. Ao dormirem sem jantar elas consumiam a fruta pela manhã e evoluíam com o quadro descrito. 

A presença de metilenociclopropilglicina e metilenociclopropilalanina (hipoglicina) na lichia é descrita desde 1956. Aparentemente, lichias de alguma regiões possuem mais essa substância do que outras, não se sabe exatamente porque. As ações destes inibindo enzimas que participam da betaoxidação de ácidos graxos, limitando a neoglicongênese e propiciando a hipoglicemia, que no caso das crianças foi letal, também já era sabida. Este achado enfatiza a responsabilidade de nós profissionais para a recomendação apenas de práticas fundamentadas por estudos de qualidade elevada. Podemos continuar consumindo lichia, mas lembrando sempre que não existe alimento mágico e equilíbrio é a palavra-chave para evitar iatrogenia. 

O estudo >>> https://goo.gl/Rrg2Ay

Texto copiado da ABESO. 

Bem estar e qualidade de vida: alimente está ideia! 
 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

10 Alimentos com poder de saciedade!

Uma dieta rica em fibras e gorduras boas é responsável por dar saciedade e favorece o controle da ansiedade e compulsão alimentar.
As fibras solúveis, presentes nas cascas das frutas, em vegetais folhosos (rúcula, alface, agrião) e nos legumes, são responsáveis pela sensação de saciedade. Ao caírem no estômago, elas absorvem água e aumentam o tamanho do bolo alimentar. 
Essa reação emite o sinal de satisfeito ao cérebro! O papel da fibra é imediatista, logo é necessário consumo diário balançado em todas as refeições associado ao consumo de alimentos fonte de gorduras boas! 
As gorduras boas quando chegam ao intestino, estimulam a produção de um hormônio gastrointestinal que manda sinal de saciedade para o cérebro. Como esse processo é lento, o efeito inibidor do apetite é sentido ao longo do dia, após a refeição. 

Bem estar e qualidade de vida: alimente esta ideia!


Sorbet Caseiro

Sorbet caseiro super fácil! 

Bate no liquidificador 1 banana madura picada em temperatura ambiente + 2 bananas maduras picadas congeladas + uns 10 a 12 morangos congelados. Bata devagar e com cuidado até ficar totalmente homogêneo e está pronto! Rende 2 porções! Salpique granola à gosto!


Ótima pedida para os dias quentes de verão. 





Bem estar e qualidade de vida: alimente esta ideia!



😎


Bem 

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Já ouviu falar do BLW?

Vamos falar de BLW! O baby-led weaning (desmame guiado pelo bebê) consiste em introduzir os alimentos em pedaços já a partir dos 6 meses!
👉 A ideia principal é não oferece os alimentos de forma passiva ao bebê, mas deixar que ele participe das refeições familiares já a partir dos 6 meses;
👉 Consiste em colocar os alimentos cortados ao alcance do bebê e deixá-lo escolher os alimentos e levá-los a boca;
👉 A ingestão dos alimentos sólidos fornecem mais energia, fibras e esti...mulam a coordenação motora e mastigação, dando autonomia já desde cedo;
👉 No início é esperado que ele brinque com os alimentos, mas jamais obrigue a comer, ofereça prêmios ou punições, é preciso deixar o bebê comer no tempo dele;
👉 é importante que a criança esteja sentada, ereta. Ela irá controlar o que entra na boca e não existe risco de engasgo aumentado com o BLW; não tente ajudar a criança empurrando o alimentos na boca;
👉 Esqueça os talheres, deixe sempre o cadeirão bem limpinha e forre um plástico no chão!
👉 Não há nada mais fisiológico que deixar a própria criança guiar o precesso de introdução dos alimentos!
E aí gostou?? A Alice amou!

Bem estar e qualidade de vida: alimente esta ideia!



Risco do excesso de ácido fólico na gravidez

Mulheres grávidas ou que pretendem engravidar são aconselhadas a ingerir bastante folato, uma vez que a substância estimula o desenvolvimento neurológico do feto. Para isso, muitas futuras mães são orientadas a comer alimentos ricos em folato e a tomar suplemento de ácido fólico, que é a versão sintética desse nutriente. Entretanto, o consumo excessivo da substância pode aumentar o risco de autismo no bebê. É o que diz um estudo da Escola Bloomberg de Saúde Pública da Universidade John Hopkins, nos EUA.
De acordo com os cientistas que coordenaram a pesquisa, níveis de folato quatro vezes mais altos do que o considerado adequado na mãe logo após dar à luz estão associados a um risco duas vezes maior de o filho desenvolver Transtorno do Espectro Autista.
O folato é uma vitamina B, encontrada naturalmente em frutas e vegetais. Sua versão sintética, o ácido fólico, é usada para enriquecer cereais e pães, além de se constituir num suplemento vitamínico bastante popular.
Níveis altos de vitamina B12 também podem ser prejudiciais em grávidas, triplicando o risco de o feto desenvolver autismo, dizem os estudiosos. Se ambos os nutrientes — folato e vitamina B12 — estiverem em excesso, o risco de uma criança desenvolver a doença aumenta 17,6 vezes.
— A suplementação adequada é protetora: isso ainda é o caso com o ácido fólico e o folato em geral. Sabemos há muito tempo que a deficiência de folato em mulheres grávidas é prejudicial para o desenvolvimento dos filhos, mas o que esse novo estudo nos diz é que quantidades excessivas também podem causar danos. Nós devemos buscar níveis ideais deste importante nutriente — diz uma das autoras do estudo, Daniele Fallin, diretora do Centro para Autismo e Deficiências do Desenvolvimento da Escola Bloomberg.
As conclusões do estudo serão apresentadas na próxima sexta-feira, durante o Encontro Internacional para Pesquisa sobre Autismo de 2016, em Baltimore, nos EUA.
Para chegar aos resultados divulgados, os cientistas analisaram dados de 1.391 pares de mães e filhos da cidade americana de Boston. O grupo analisado era formado, principalmente, por pessoas de baixa renda. As mães foram recrutadas no momento do nascimento do filho, e acompanhadas por vários anos, entre 1998 e 2013, com seus níveis de folato no sangue verificados.

Os pesquisadores descobriram que uma em cada dez mulheres tinha o que é considerado uma quantidade excessiva de ácido fólico (mais de 59 nanomoles por litro), e 6% tinham uma quantidade excessiva de vitamina B12 (mais de 600 picomoles por litro).
ATÉ 45,3 NANOMOLES OU 400 MICROGRAMAS POR DIA
A Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que entre 13,5 e 45,3 nanomoles por litro é uma quantidade adequada de folato — ou ácido fólico — para uma mulher em seu primeiro trimestre de gravidez. Já quanto à vitamina B12, não existem limites bem estabelecidos.
No Brasil, o Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou, em 2013, uma recomendação orientando as mulheres a usarem o ácido fólico antes da concepção e nos três primeiros meses da gravidez. A medida atendeu uma solicitação da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). A ingestão dessa vitamina, segundo as entidades, pode reduzir em até 75% o risco de má formação no tubo neural do feto, o que previne casos de anencefalia, paralisia de membros inferiores, incontinência urinária e intestinal nos bebês, além de diferentes graus de retardo mental e de dificuldades de aprendizagem escolar. É recomendada a ingestão de 400 microgramas por dia.
O folato é essencial para o crescimento celular e promove o desenvolvimento neurológico. E, apesar deste esforço para garantir que as mulheres obtenham uma quantidade adequada de folato, algumas ainda não recebem o suficiente — ou o nutriente é absorvido de forma incorreta pelos seus corpos —, levando a deficiências neurológicas. Segundo os Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, uma em cada quatro mulheres em idade reprodutiva naquele país tem níveis de folato insuficientes.
Além disso, uma em cada 68 crianças nos EUA nasce com autismo. Meninos são cinco vezes mais propensos do que meninas. As causas ainda não estão claras, mas a pesquisa sugere que os fatores são uma combinação de genes e do ambiente em que a criança está inserida. A síndrome é uma condição do desenvolvimento neurológico caracterizada por uma alteração social, de comunicação e de comportamento anormais, repetitivos ou incomuns.
No estudo da John Hopkins, a grande maioria das mães relataram ter tomado multivitaminas, o que incluía ácido fólico e vitamina B12, durante toda a gravidez. Mas os pesquisadores dizem que não sabem exatamente por que algumas das mulheres tinham níveis tão elevados no sangue. Pode ser que, além de comer muitas frutas e vegetais com folato, elas tenham consumido em exagero alimentos fortificados com ácido fólico ou suplementos. Ou, afirmam eles, pode ser que algumas mulheres sejam geneticamente predispostas a absorver maiores quantidades de folato ou metabolizá-lo de forma mais lenta, levando ao excesso. Pode ser, ainda, uma combinação dos dois fatores.
O senso comum diz que suplementos vitamínicos não são prejudiciais, mesmo em excesso, porque o organismo expulsaria o excedente. No entanto, isso não pode ser o caso com o ácido fólico e a vitamina B12, indica o estudo.

É necessária mais investigação, dizem os cientistas, para determinar o quanto de ácido fólico uma mulher deve consumir durante a gravidez para ter a melhor chance de garantir a saúde de seus bebês.
— Nós dizemos às mulheres para ter certeza de que estão ingerindo ácido fólico no início da gravidez. Mas o que precisamos descobrir agora é se deve haver recomendações adicionais sobre qual é a dose ideal desse nutriente durante toda a gestação — afirma Ramkripa Raghavan, uma das autoras da pesquisa e membro do Departamento de População, Família e Saúde Reprodutiva da Escola Bloomberg da Universidade John Hopkins.

Fonte: O Globo